O filme conta à história da elite da policia do Rio de Janeiro que é Bope e o
seu comandante é o Capitão Nascimento que está preste para deixar o
posto porque irá se tornar pai e tem alguns ataques freqüentes devido a
stress do dia-a-dia e tem dificuldade de fazer o seu trabalho e por isso
ele pretende se afastar do seu posto como capitão.
Mas para aquele possa se aposentar ele tem que encontrar um
comandante que esteja à altura, com o passar do tempo ele começa a ver
dois aspirantes que são seus amigos de infância Neto e Matias que são excelentes candidatos a se tornarem capitão.
O filme teve uma repercussão muito grande em quase todos os
cinemas do Brasil, só que mais uma vez o problema foi à pirataria, que
antes mesmo do filme estar no cinema já estavam na mão de muitas pessoas.
"Tropa de elite 2" já foi visto por 725 mil espectadores, informa neste
domingo (10) o site Filme B, especializado em bilheterias no Brasil. O
filme dirigido por José Padilha chegou a 684 salas de cinema na última
sexta-feira (8).
Ainda segundo o Filme B, o número corresponde somente aos
espectadores do dia da estreia e sábado (9), numa bilheteria que já
alcança a marca dos R$ 7,9 milhões. A cifra deve aumentar, pois faltam
20% das salas de cinema do país a serem contabilizadas pelo banco de
dados do site. Com esse número, "Tropa de elite 2" já pode ser considerada a maior
estreia nacional de 2010, superando as sagas espíritas "Chico Xavier" e
"Nosso lar", que foram vistas no primeiro final de semana por 590 mil e
560 mil, respectivamente. Com o número de espectadores deste domingo (10) apurados, "Tropa de
elite 2" pode se tornar o primeiro filme da retomada - fase que inclui
a produção nacional de cinema dos últimos 17 anos - a alcançar a marca
de 1 milhão de espectadores em sua estreia. Pirataria Continuação do longa de 2007,
premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim, "Tropa de elite 2"
mostra seu protagonista, o policial do Bope Nascimento (Wagner Moura),
combatendo novos inimigos: políticos corruptos e as milícias que agem
nas favelas cariocas. A segunda parte do longa dá um salto de 15 anos em relação à trama
oirginal e traz o ex-capitão do Bope, promovido a subsecretário da
Segurança Pública, também em confronto com um ativista dos direitos
humanos, vivido pelo ator Irandhir Santos. "Tropa 2" foi lançado sob forte esquema antipirataria, que incluiu
instruções do Bope segundo o diretor José Padilha. Além de não ter
produzido cópias digitais, somente película, a sessão première no
Teatro Municipal de Paulínia, no interior paulista, incluía revista em
bolsas com apreensão de câmeras e celulares de convidados, além e
portas com detectores de metais na sala de exibição. Segundo o diretor, tanta precaução se referia ao "trauma" sofrido
em 2007, quando o filme foi pirateado e se tornado fenômeno nos
camelôs. Estima-se que 11 milhões de pessoas tenham assistido a um DVD
pirata do filme antes de sua estreia.Fotos

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